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sábado, 11 de novembro de 2017

A enorme Anomalia Eletromagnética sobre o Brasil!!!

Anomalia Eletromagnética sobre o Brasil !!!


AMAS sobre o Brasil, em AZUL escuro
AMAS – A enorme Anomalia Eletromagnética sobre o Brasil
Agora está claro que a região onde o campo eletromagnético é mais fraco em toda a superfície terrestre, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul-AMAS ou SAA do inglês, South Atlantic Anomaly, está se deslocando e se expandindo. Antes restrita ao sul da África, essa área atualmente cobre parte do sul da América do Sul e quase todo o Atlântico Sul e o BRASIL …
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
A análise de fragmentos de tijolos de construções antigas registra enfraquecimento do campo eletromagnético sobre a América do Sul e do Brasil
 Carlos Fioravanti – Edição Impressa 185   – Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br
Durante quatro anos, o físico Gelvam Hartmann coletou e examinou quase 600 fragmentos de tijolos de igrejas e casas antigas da Bahia, de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo para conhecer a variação do campo magnético terrestre sobre o Brasil nos últimos 500 anos, um período sobre o qual praticamente não havia informação do ponto de vista geofísico.
Seu trabalho registrou uma inesperada queda na intensidade do campo magnético nas regiões Nordeste e Sudeste e, a partir daí, estabeleceu um método de análise de materiais arqueológicos brasileiros que confirmou ou definiu as prováveis datas de construções antigas, algumas delas sem nenhuma documentação histórica. 
As amostras preparadas vão para o forno
As amostras preparadas vão para o forno: resgate magnético
Ao lado de arqueólogos, arquitetos e geólogos, Hartmann tirou pequenas lascas de tijolos de igrejas e casas coloniais do Pelourinho, no centro histórico de Salvador, com martelo e talhadeira quando era possível ou, quando não, com uma furadeira resfriada a água. Aos poucos, enquanto examinava esse material no Instituto de Física do Globo de Paris (IPGP) e no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP), ele construiu a história magnética do Brasil, ao confirmar as datas das construções e associá-las com as respectivas intensidades magnéticas.
Assim é que emergiu uma informação nova – a intensidade do campo magnético, de 36,2 microteslas  – de uma das mais antigas construções do Brasil, (tesla é a unidade de medida da densidade de fluxo magnético) a Catedral de São Salvador, erguida pelos jesuítas entre 1561 e 1591 com dinheiro do terceiro governador-geral do Brasil, Mem de Sá, e um sino trazido de Portugal.
Quase não houve problemas com a maioria das amostras das fundações e das paredes das igrejas de Salvador, mas, estranhamente, a análise de uma amostra da casa do poeta Gregório de Matos, conhecido como Boca do Inferno por causa do sarcasmo com que tratava as autoridades de Salvador, indicou que a construção teria sido erguida em 1830, não entre 1695 e 1700, como os documentos indicavam. Hartmann verificou depois que essa era a data apenas do terceiro piso – construído mais tarde –, de onde ele havia coletado amostras de tijolos quando aquela parte da casa passava por uma restauração. 
“Os geofísicos estão nos ajudando a contar a história da ocupação do Brasil”, reconhece Marisa Afonso, professora de arqueologia e vice-diretora do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP. Em abril de 2004, ela atravessava um longo dia chuvoso no centro regional do MAE em Piraju, interior paulista, quando recebeu um e-mail de Ricardo Trindade, professor do IAG e orientador de Hartmann no doutorado.
De Paris, Trindade a convidava para ajudar a construir a curva de datação de materiais arqueológicos, como ainda não havia sido feita no Brasil, usando registros do campo magnético, nos moldes do que ele já tinha visto por lá. “Quanto mais métodos de datação, melhor, porque as técnicas mais usadas, como carbono 14 e termoluminescência, nem sempre funcionam em todos os casos”, diz ela. “Por sorte tanto Gelvam quanto Ricardo gostam de arqueologia e sabem falar do que fazem de maneira simples.”
Ao mesmo tempo, Hartmann e outros pesquisadores do IAG estão detalhando as variações do campo magnético terrestre, principalmente nas regiões onde é menos intenso.  O campo é gerado pelo movimento do ferro líquido no núcleo da Terra, expressa-se na superfície do planeta, orientando as bússolas, e forma uma barreira invisível a 30 mil quilômetros acima da superfície do planeta que dificulta a entrada de partículas vindas do Sol.
Agora está claro que a região onde o campo é mais fraco em toda a superfície terrestre, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul, está se deslocando e se expandindo. Antes restrita ao sul da África, essa área atualmente cobre parte do sul da América do Sul e quase todo o Atlântico Sul.  
Campo magnético total da Terra, sobre o Brasil na área azul mais escura (acima) existe a AMAS, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (Anomalia Magnética do Atlântico Sul, AMAS ou SAA do inglês, South Atlantic Anomaly; ), observar que as linhas de campo na região formam uma figura que se assemelha a um bico de um pato, por isso é chamada “El Pato”.
O ponto de menor intensidade dessa mancha está se deslocando para oeste: já esteve no sul da África, e depois no meio do Atlântico Sul, a meio caminho entre o Brasil e a África do Sul. Por volta de 1930 estava perto da cidade do Rio de Janeiro, migrou para o sul e estacionou sobre o estado de Santa Catarina e atualmente se encontra no Paraguai, com uma intensidade de cerca de 22 microteslas (ver mapa).
Algumas consequências são conhecidas: justamente nas áreas onde o campo é mais fraco os satélites de telecomunicações e os ônibus espaciais podem sofrer mais interferências magnéticas, que podem danificar seus equipamentos, tanto quanto, em uma escala menor, um ímã pode desmagnetizar um computador e o fazer perder as informações.

 Os resultados surgiram após uma série de surpresas, nem todas agradáveis. Hartmann conta que se sentiu desarvorado em maio de 2008, logo no início de um estágio de seis meses no laboratório de paleomagnetismo do Instituto de Física do Globo de Paris. Seu propósito era caracterizar o campo magnético do material que tinha levado – fragmentos cerâmicos brasileiros dos últimos 2 mil anos –, mas as coisas começaram a dar errado.

“Yves Gallet, o chefe do laboratório, disse que eu não conseguiria analisar aquelas peças, por não estarem bem cozidas por dentro. Cerâmicas, tijolos, telhas ou qualquer outro material que passou por um aquecimento intenso podem guardar o registro do campo magnético da Terra no momento do cozimento, mas, para isso,  têm de ter sido assados de modo uniforme. Yves me fez uma proposta: ‘Vá para o Brasil, fique lá 20 dias, colete material histórico, de no máximo 500 anos, e volte; te pago a passagem’”, conta Hartmann. 
Ele desembarcou em Salvador, a primeira capital do Brasil. De imediato procurou Carlos Etchevarne, professor de arqueologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que conhecera em um congresso três anos antes, e Rosana Najjar, arqueóloga do Instituto do PatrimônioHistórico e Artístico Nacional (Iphan) e coordenadora do Projeto Pelourinho de Arqueologia (Monumenta/Iphan). Etchevarne e Rosana o apresentaram a outros arqueólogos, que o ajudaram a coletar fragmentos de tijolos de fundações, paredes ou tetos de 20 construções antigas do Pelourinho. “Nunca tínhamos trabalhado antes com físicos”, conta Etchevarne, “mas conseguimos um diálogo muito bom, rapidamente, com objetivos comuns”.
Outra visão da AMAS, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul que está sobre a maior parte do BRASIL. (Satélite ROSAT) – Sobre mudanças do Campo Eletromagnético do Planeta ver mais em:  
http://thoth3126.com.br/uma-visao-pessoal/
Eles selecionaram prédios cuja data de construção já era conhecida por meio de registros históricos ou de pesquisas arqueológicas. A razão é simples: Hartmann precisava de uma referência inicial para estabelecer a data de construção por seus próprios métodos, medindo a intensidade dos resquícios do campo magnético registrado em minerais ferrosos como a magnetita e a hematita, que compõem a argila usada para fazer os tijolos dessas construções.
Tanto quanto a data, lhe interessava a intensidade do campo magnético no momento do cozimento. “O campo magnético da Terra oscila incessantemente, em diferentes escalas de tempo, de milissegundos a bilhões de anos, de modo que fragmentos de construções com idades distintas registram valores do campo também distintos”, diz ele. Clique aqui para ver infográfico
De volta a Paris, Hartmann conta que trabalhou “16 horas por dia, incluindo sábados e domingos”, durante dois meses para determinar a idade e a intensidade do campo magnético do material que havia levado. Com essas e outras amostras colhidas em outra viagem a Salvador, ele confirmou por seus próprios métodos as datas de construções históricas, afinando as técnicas de trabalho. “Esses dados servem de ferramenta de datação de construções históricas”, atesta Trindade, que acompanhou a segunda expedição a Salvador, em dezembro de 2008. Servem mesmo.
À medida que dominava a técnica e criava uma associação entre as datas e as intensidades do campo magnético, Hartmann pôde definir a data de construção – entre 1675 e 1725 – de uma casa do Pelourinho, a de número 27, da qual os arqueólogos não tinham nenhuma documentação. 
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No instituto em Paris e no IAG, Hartmann preparou 295 amostras de 14 igrejas e casas de Salvador. Depois, na Região Sudeste, percorreu casas de fazenda, igrejas e outras construções de São Paulo, ao lado do arqueólogo Paulo Zanettini, e do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, com a arqueóloga Rosana Najjar, e obteve mais 289 amostras de 11 lugares. Hartmann deixou as amostras no formato de cubos com um centímetro de lado.
Depois submeteu as amostras ao forno paleomagnético, que, após sucessivos aquecimentos e resfriamentos, resgata a intensidade e a orientação do campo magnético no momento em que a argila foi queimada pela primeira vez. É um método demorado e, por enquanto, de baixa eficiência: Hartmann obteve boas informações de apenas 56% das amostras do Nordeste e de 38% das do Sudeste.
Depois de assar, resfriar e medir no magnetômetro as amostras de cada lugar que visitou, Hartmann construiu as curvas de variação da intensidade do campo magnético para cada região. A do Nordeste exibiu valores decrescentes – em torno de 40 microteslas em 1560 para 25 em 1920 – com uma queda de aproximadamente cinco microteslas a cada século. “É bastante”, diz ele. Os valores das amostras da Região Sudeste apresentaram uma queda mais acentuada, como detalhado em um artigo publicado este ano na revista Earth and Planetary Science Letters, onde em 2010 saíram os dados sobre o Nordeste.
 “Os dois artigos representam uma contribuição fundamental para a compreensão da evolução do campo magnético terrestre nos últimos 500 anos”, assegura Trindade. O geofísico Igor Pacca, professor do IAG e um dos pioneiros no Brasil no estudo do campo magnético terrestre, levantou as informações de milhões de anos atrás, registradas em rochas. As mais recentes, do início do século passado para cá, estão sendo coletadas por observatórios terrestres e satélites.
Um campo eletromagnético fluindo sobre os dois polos de seu eixo central Norte e Sul, resultando em um Tórus.
Ao menos nas primeiras tentativas, essa técnica não serviu para datar pinturas rupestres, nem panelas de barro, que perderam o campo magnético original por terem ido muitas vezes ao fogo, nem as casas dos bandeirantes paulistas, feitas de barro amassado e prensado. Etchevarne acredita que talvez sirva para esclarecer as origens de potes de água, que só passam uma vez por temperaturas altas.
“Um dos próximos desafios é encontrar como datar materiais com mais de 500 anos que não foram tão bem queimados”, diz Marisa. “Já pedi a Gelvam para não desistir. Temos peças de cerâmica de até 7 mil anos para datar.” Hartmann já começou a trabalhar com amostras colhidas em Missões e pretende examinar as igrejas de Minas Gerais o mais breve possível para ampliar as análises da variação do campo magnético entre as regiões do Brasil.
Segundo Trindade, essas análises regionais mostraram que o campo magnético no Brasil está longe de apresentar um comportamento ideal, que pode ser comparado ao campo magnético de um ímã de barra. Nas duas regiões, o campo magnético é complexo e apresenta fortes influências de componentes multipolares – ou não dipolares, como os geofísicos dizem. “Nesses casos”, diz Hartmann, “a agulha da bússola apresenta uma forte deflexão com relação ao norte, que pode chegar a mais de 20°”. Já na França, segundo ele, predomina o campo dipolar, como se a Terra fosse um ímã quase perfeito, e as deflexões com relação ao norte não excedem os 5°.
Campo menos intenso – Para os geofísicos, a queda contínua nos valores do campo magnéticoe o fato de as amostras das regiões Nordeste e Sudeste apresentarem grandes diferenças em intensidade devem estar ligados à Anomalia Magnética do Atlântico Sul (S.A.A. – South Atlantic Anomaly, na sigla em inglês). Regida por campos não dipolares, a SAA é uma ampla região com as intensidades mais baixas do campo magnético – em torno de 28 microteslas (o valor médio do campo magnético da Terra é de 40 microteslas e o máximo, de 60 microteslas). “Por causa da proximidade geográfica, a influência da anomalia é maior no Sudeste que no Nordeste brasileiro”, diz Hartmann.  “A anomalia representa uma área em que a blindagem do campo magnético contra raios cósmicos e partículas solares é mais frágil.”  
Área de atuação da Anomalia Magnética do Atlântico Sul – SAA e o seu deslocamento e crescimento desde 1590. Hoje ela já cobre quase todo o território brasileiro.
Pacca vê a Sama como “uma janela” para partículas de alta energia  conhecidas como raios cósmicos, que podem entrar mais facilmente na Terra através de regiões menos intensas do campo magnético(os Polos). Ele e Everton Frigo, também do IAG, acreditam que os raios, por sua vez, poderiam facilitar a formação de nuvens, fazer chover mais e baixar a temperatura, principalmente sobre as terras cobertas por trechos menos intensos do campo magnético. 
Há muito tempo se sabe que as manchas solares interferem no clima, mas nunca soubemos direito como”, diz Pacca. Quanto mais manchas solares, maior a atividade do Sol – e maior seu campo magnético. Nesses momentos, o campo magnético do Sol age em conjunto com o campo magnético da Terra dificultando a entrada de raios cósmicos. Em períodos de menor intensidade da atividade solar, há menos manchas e o campo magnético do Sol é menos forte. 
“Quando os campos do Sol e da Terra estão com a intensidade mínima, os raios cósmicos entram mais facilmente na Terra, colidem com partículas da atmosfera e geram uma quantidade enorme de elétrons e de outras partículas”, diz Pacca. “Toda a energia criada com as colisões produz uma ionização, que pode favorecer a condensação de vapor de água. Os raios cósmicos podem ser os gatilhos que disparam as reações que levam à formação de nuvens de chuva”, teoriza. 
Pesquisadores do Reino Unido e da Dinamarca também defendem essa possibilidade, mas ainda há espaço para outras visões. “Até o momento”, diz o físico Paulo Artaxo, da USP, com base em estudos do Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas (IPCC), de que ele faz parte, “não há evidências sólidas, nem a favor, nem contra, de que possa haver algum efeito de raios cósmicos sobre os processos de formação de nuvens”.
Como essa região menos intensa do campo magnético se forma e como pode reduzir a intensidade do campo registrado em rochas ou tijolos? Ninguém sabe. O que mais pode acontecer em razão dessa queda na intensidade do campo, além das interferências em telecomunicações? Outro mistério. “Einstein já dizia em 1905 que a origem e a evolução do campo magnético terrestre são um dos problemas mais difíceis da física, já que não seguem nenhum padrão”, argumenta Hartmann. 
Acima Sunspots no Sol: Há muito tempo se sabe que as manchas solares (sunspots) interferem no clima, mas nunca soubemos direito como”, diz Pacca. Quanto mais manchas solares, maior a atividade do Sol – e maior o seu campo magnético.
 O comportamento do campo magnético terrestre é complexo a ponto de já ter apresentado até mesmo reversões dos polos – o polo norte tornando-se sul – a mais recente há 780 mil anos. E existe a possibilidade dos polos mudarem outra vez
“SURGIU UMA ANOMALIA na SIBÉRIA, que está se ampliando e já é mais intensa que o polo norte magnético”, diz Pacca. Por enquanto, é como se a Terra tivesse dois polos norte, mas o atual polo norte está perdendo a vez e pode surgir outro, mais forte, em milhares de anos.”
Pacca montou um dos primeiros laboratórios de paleomagnetismo no Brasil em 1971, no Instituto de Física da USP. Dois anos depois ele reinstalou os equipamentos no IAG, para onde se mudou, como professor convidado, para formar um grupo de pesquisas em geofísica. Como não havia outros materiais para estudar, por muitos anos só rochas entravam lá. Um dos trabalhos mais ambiciosos consistiu na análise da intensidade e da orientação do campo magnético de 10 mil amostras de rochas do Brasil e da África.
Daí saíram detalhes sobre a posição dos continentes na Terra de 1 bilhão de anos atrás, bem diferente de agora: o que corresponde ao atual território brasileiro era uma série de grandes ilhas distantes umas das outras e o bloco de rochas que forma a atual Amazônia estava separado de Goiás e do Nordeste por mares e mais próximo do sul do país do que hoje (ver Pesquisa FAPESP nº 75, de maio de 2002). Hoje, grupos de pesquisadores em 24 países – na América do Sul, apenas Argentina e Brasil – trabalham com geomagnetismo e paleomagnetismo.
Pacca encontrou recentemente o que acredita ser o mais antigo estudo em português sobre magnetismo nas rochas, o Roteiro do Goa a Diu, publicado em 1.538 (Goa e Diu eram domínios portugueses no sudoeste da atual Índia). O autor é dom João de Castro, nobre português que terminou a vida, aos 48 anos, como vice-rei da Índia.
contagem-regressiva
Em seus roteiros, ele mostrava como os navegadores deveriam se orientar em alto-mar, valendo-se das (posições das) estrelas e de instrumentos simples como a bússola, para chegar aos destinos desejados. “Se não houvesse campo magnético, não haveria bússola”, diz ele. “E sem a bússola não teria havido grandes navegações, que enriqueceram muitos comerciantes e permitiram a conquista de novos espaços como o Brasil.”
Artigo científico



Permitida a reprodução desde que mantida na formatação original e mencione as fontes.
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A História de um Viajante no Tempo?

A História de um Viajante no Tempo?

johntitor
O material aqui apresentado estava fazendo parte de uma espécie de “biblioteca” virtual que possuímos sobre assuntos dos mais variados possíveis, e que por diferentes razões (a maior parte envolvendo credibilidade) estão ainda sendo analisados.
Ocorre que especificamente sobre esta história, aparente e completamente maluca de “John Titor”, um dia desses fizemos a conexão com seu nome, sua história e com os fatos que estão se desenrolando na Ucrânia envolvendo a Rússia, os EUA e a Europa … e então algo pareceu fazer sentido.
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
JOHN TITOR E A HISTÓRIA DE UM VIAJANTE NO TEMPO? Após  analisarmos novamente este material decidimos publicá-lo, apesar de ele ser muito polêmico (afinal quase tudo que já publicamos também o é) e cabe a cada um tirar as suas próprias conclusões … Várias Fontes via Internet:
  1. http://www.johntitor.com/
  2. http://www.johntitor.com/Pages/2036.html
  3. http://www.johntitorworld.com/
  4. http://www.timetravelinstitute.com/
  5. http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Titor
  6. http://www.anomalies.net/
  7. http://www.bibliotecapleyades.net/ciencia/time_travel/johntitor04.htm 
“John Titor” foi um nome usado em vários fóruns de debates durante quatro meses entre os anos de 2000 e 2001 (de novembro de 2000 até 21 de março de 2001) por um postador que alegava ser um viajante no tempo vindo do futuro, do ano de 2036.
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Nessas postagens, ele fez diversas previsões (algumas vagas, outras bem específicas) sobre eventos no futuro próximo, começando com eventos em 2004. Ele descreveu um futuro drasticamente modificado no qual os Estados Unidos foram divididos em cinco regiões menores, o meio ambiente e a infraestrutura no hemisfério norte foram devastados por uma guerra nuclear e muitas outras potências mundiais foram destruídas neste breve conflito.
O ano em que esta devastação nuclear ocorreria seria em 2015, quando a Rússia lança um maciço ataque nuclear contra as maiores cidades dos ESTADOS UNIDOS, da CHINA e da EUROPA. Os Estados Unidos contra-atacam.)“.
Até hoje, essa história tem sido recontada em inúmeros sites, em um livro e em uma peça de teatro. Ele também foi discutido ocasionalmente no programa de rádio Coast to Coast AM. Neste aspecto, a história de John Titor pode ser única em termos do amplo apelo a partir de uma mídia originalmente limitada, um fórum de discussões da internet.
AS POSTAGENS DE JOHN TITOR
A primeira postagem apareceu no fórum “Instituto Viagem no Tempo” em 2 de novembro de 2000, sob o nome de TimeTravel_0. Na época, as postagens nada tinham a ver com eventos futuros, e o nome John Titor ainda não estava sendo usado. Em vez disso, as postagens discutiam sobre viagem no tempo em geral, sendo a primeira a descrição em “seis partes” do que uma máquina do tempo precisaria ter para funcionar (não vamos focar nossa atenção neste item) e respostas a perguntas sobre como tal máquina funcionaria. As mensagens iniciais tendiam a ser curtas.
bomba-atomica
Pouco tempo depois, TimeTravel_0 alegou ser um viajante no tempo do futuro e começou a postar descrições variadas de seu mundo em seu tempo. Gradualmente ele começou a responder perguntas postadas no fórum e começou a revelar uma imagem mais complexa do futuro da humanidade e da Terra. Embora muitas de suas postagens dissessem respeito a condição do mundo no futuro, Titor também respondeu a perguntas tanto no fórum quanto no IRC, (Internet Relay Chat). Algumas vezes ele também falou sobre eventos mais atuais; por exemplo, em uma postagem inicial ele disse que
“Uma importante descoberta que permitirá desenvolver a tecnologia de viagem no tempo em cerca de um ano [previsão para 2001] quando o CERN ativar a sua maior instalação”
O nome John Titor não foi apresentado até janeiro de 2001, quando TimeTravel0 começou a postar no fórum  Art Bell na BBS (que requeria um nome ou pseudônimo para cada conta). As postagens de Titor cessaram no fim de março de 2001. Finalmente, alguns dos tópicos acabaram corrompidos; mas as postagens de Titor tinham sido salvas nos discos rígidos dos outros participantes e foram copiadas para Anomalies.net, junto com novas discussões sobre a ciência por trás da viagem no tempo de John Titor assim como sobre suas predições. Por volta de 2003, vários sites reproduziram as postagens de Titor, rearrumando-as em narrativas. Nem todos se referem às datas originais das postagens.
Em suas postagens online, Titor alegou ser um soldado americano vindo do ano de 2036 originário de Tampa na Flórida, que foi designado para um projeto governamental de viagem no tempo. Supostamente, Titor foi enviado de volta a 1975 para recobrar um computador IBM 5100 que ele disse ser necessário para depurar diversos programas antigos de computador em 2036; uma referência ao problema que aconteceria no ano 2038 nos sistemas Unix. O IBM-5100 executa as linguagens de programação APL e BASIC. Titor foi selecionado para essa missão especificamente porque seu avô paterno esteve diretamente envolvido na montagem e programação do IBM 5100.
johntitor-ibm5100
Um IBM Series 5100, tipo 5110, o modelo de computador que John Titor levou de volta para o futuro
Titor afirmou que ele foi enviado para o passado para adquirir esse computador IBM 5100, pois ele poderia traduzir diversos tipos de códigos de computador. De acordo com o engenheiro da IBM Bob Dubke, as declarações de Titor a respeito da habilidade pouco conhecida do IBM 5100 de emular e depurar sistemas de estrutura principais estavam corretas. 
Defensores da veracidade da história de John Titor dizem que essa informação não estava disponível ao público em 2000 ou 2001 quando Titor fez sua declaração, o próprio Titor afirmou que esse recurso foi “descoberto” não antes de 2036, quando o Unix, como a fonte subjacente por trás de todos os sistemas operacionais de computador que continuam executando infraestruturas locais e outras tarefas computacionais, estava a apenas dois anos de não ser capaz de funcionar mais devido às limitações de números inteiros de 32 bits.
Titor alegou estar em uma escala no ano 2000 por “razões pessoais”; i.e., para coletar oito grafias perdidas na (futura) guerra civil (nos EUA) e para visitar sua família, de quem ele falou com frequência. Titor também disse que esteve, por alguns meses, tentando alertar qualquer um que escutasse sobre a ameaça da propagação da doença da “Vaca Louca” (doença de Creutzfeldt-Jakob) através de produtos com carne de gado e sobre a possibilidade da eclosão de uma nova guerra civil dentro dos Estados Unidos.
Quando questionado sobre esses assuntos por um participante online, Titor também expressou um interesse em mistérios sem explicação como extraterrestres (que em seu tempo – ou para ele – ainda estão sem explicação). Titor sugeriu que OVNIs e visitantes alienígenas podem também ser viajantes no tempo de um futuro muito mais longe que o seu, que possuem máquinas do tempo superiores às suas (esta correto, isto é o que ocorre com certos visitantes alienígenas).
AS PREVISÕES DE JOHN TITOR
A mais imediata das previsões de Titor foi a de que aconteceria uma futura guerra civil nos Estados Unidos relacionada com “ordem e direitos civis”. Ele afirmou que essa guerra começaria em 2004, com desordens civis envolvendo as eleições presidenciais daquele ano. Esse conflito civil, que segundo ele “teria um evento semelhante ao cerco de Waco todo mês e pioraria cada vez mais”, chegaria “praticamente às portas de todos” os norte americanos e explodiria em 2008.
ucrania-russia-eua-europa
Titor afirmou que quando ele tinha 13 anos de idade, isso seria em 2011, ele lutou com a “Fighting Diamondbacks”, uma unidade de infantaria de espingarda da Flórida, por pelo menos quatro anos, isto de acordo com a sua linha temporal. Entretanto, em outras postagens ele postulou que se escondeu durante essa futura guerra civil. Como um resultado da guerra, os Estados Unidos se dividiram em cinco regiões, com base em vários fatores e diferentes objetivos militares. Essa guerra civil, de acordo com Titor, acabaria então em 2015 com uma breve, porém intensa, Terceira Guerra Mundial:
Em 2015, a Rússia lança um ataque nuclear contra as maiores cidades dos Estados Unidosda China e da Europa. Os Estados Unidos contra-atacam. As cidades americanas são destruídas junto com o A. F. E. (American Federal Empire, Império Federal Americano). Então nós (no país) vencemos. A União Europeia e a China foram também destruídas nesse conflito.”
Titor se refere à troca de ataques nucleares como o “Dia N”. Washington, D.C. e Jacksonville, Flórida são especificamente mencionadas como cidades atingidas e destruídas. Após a guerra, Omaha, estado de Nebraska é a nova capital do que resta da nação norte americana.
Titor é vago quando às motivações e causas exatas da Terceira Guerra Mundial.Numa de suas observações, ele caracterizou as hostilidades como decorrentes dos “choques de fronteira e a superpopulação” (n.T. exatamente o que esta havendo entre a Ucrânia (origem dos Khazares os “falsos judeus” atuais) e a Rússia, na região de Donetsk e Dombass, onde caiu o avião que foi derrubado da Malaysia Airlines matando todas as 298 pessoas à bordo) mas também falou do presente conflito entre árabes e judeus como um prenúncio da Terceira Guerra Mundial.
PREVISÕES FRACASSADAS DE JOHN TITOR
As postagens enfrentaram o ceticismo quando foram publicadas, mas era impossível provar de antemão que os eventos previstos não iriam acontecer. Já que Titor afirmou que a interpretação de muitos mundos da física quântica estava correta, efetivamente significando que sua viagem foi de um universo paralelo e que as coisas poderiam acontecer diferentemente de como ele previu (afinal nada esta escrito em pedra, individual e coletivamente podemos influenciar todos os fatos e criar diferentes realidades), os detalhes que ele apresentou eram infalsificáveis.
cern-lhc
O Large Hadron Collider – LHC,  do CERN, é o maior acelerador de partículas e o de maior energia existente do mundo. Seu principal objetivo é obter dados sobre colisões de feixes de partículas, tanto de prótons a uma energia de 7 TeV (1,12 microjoules) por partícula, ou núcleos de chumbo a energia de 574 TeV (92,0 microjoules) por núcleo. O laboratório localiza-se em um túnel de 27 km de circunferência, bem como a 175 metros abaixo do nível do solo na fronteira franco-suíça, próximo a Genebra, Suíça.
Uma das primeiras declarações de Titor foi a de que o CERN descobriria a base para a viagem no tempo perto de 2001, com a criação dos “buracos negros” em miniatura cerca de meio ano após sua partida (seria por volta de setembro de 2001). Isso não ocorreu, até 2014 quando aconteceu um acidente cientifico no CERN, e os cientistas descobriram algo menor que o átomo, correndo risco de abrir um buraco negro na terra e engolir tudo.
Um artigo que seria publicado por volta do tempo em que ele previu a criação dos buracos negros em miniatura pela CERN (um tema recorrente, também atribuído aos laboratórios de pesquisa Fermilab e ao Brookhaven em várias épocas) foi tomado por alguns como uma evidência para sua afirmação, mas esses eventos também não ocorreram.
contagem-regressiva
A guerra civil não esteve nem remotamente perto de explodir após as eleições americanas de 2004, sem nenhum conflito adicional em 2008 (ano da eleição de Obama) da maneira que Titor descreveu, mas muitos tumultos aconteceram na eleição de Donald Trump. Na conversa online ele afirmou que uma parte de sua missão era prevenir a futura guerra nuclear mundial, mudando a história, ao alertar a humanidade de que tal fato estaria para acontecer.

Ainda em outubro de 2000, um mês antes de ele começar a postar, ele apareceu numa sala de bate-papo IRC do Reino Unido. No chat, sua resposta uma pergunta feita por Yariesa sobre ser possível ele mudar o futuro que ele estava prevendo foi a seguinte:
“Já é tarde demais. Eu só desejo que as coisas não tenham que ocorrer do mesmo modo em que elas aconteceram.” 

Permitida a reprodução desde que respeite a formatação original e mencione as fontes.
Thoth-flordavidaFonte desta matéria:
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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

NOBEL DE MEDICINA É CATEGÓRICO: JEJUM É MUITO MELHOR DO QUE COMER A CADA 3 HORAS

NOBEL DE MEDICINA É CATEGÓRICO: 
JEJUM É MUITO MELHOR DO QUE COMER A CADA 3 HORAS

inygy, http://www.lnygy.com/article/chickendinner.html

A alimentação restrita é capaz até de regenerar células ruins.

Parece que o jogo virou. Especialistas do mundo inteiro estão indo na contramão da crença popular de que comer de 3 em 3 horas é a melhor forma de se alimentar.

O jejum quando acompanhado por um profissional, está ganhando destaque entre as dietas saudáveis.

Mark Mattson, chefe do Laboratório de Neurociência do Instituto Nacional de Envelhecimento e professor na Universidade Johns Hopkins, foi além e revelou em uma das palestras do TEDx que, além de não prejudicar nossa saúde, passar longos períodos sem comer pode trazer benefícios gigantescos ao nosso cérebro!

De acordo com o especialista, os benefícios do jejum podem ser comparados aos benefícios que a prática de atividades físicas traz ao corpo humano.

As diversas pesquisas realizadas por Mattson e sua equipe apontaram que a restrição alimentar e calórica aumenta a produção de fatores neurotróficos que promovem o crescimento de neurônios, melhorando a conexão entre eles e dando mais força para as sinapses.

Como assim, Brasil?

Quando você está com fome e não se alimenta, o cérebro meio que entra em um estado de alerta, fica mais ativo e começa a desencadear reações para se adaptar a essa realidade. Basicamente é a mesma coisa que acontece aos animais quando passam longas horas ou até dias em jejum atrás da caça – afinal, somos animais também.

Uma dessas reações de adaptação feitas pelo cérebro humano no período de jejum é o aumento da produção de mitocôndrias nos neurônios. Essa alteração faz com que a habilidade dos neurônios de se conectarem também aumente, o que acaba promovendo uma melhor absorção de informações, favorecendo o aprendizado e a memória, revela Mattson.

Além disso, a prática dessa dieta, segundo este estudo publicado no site científico The American Journal of Clinical Nutrition, está associada à redução de doenças cardiovasculares, câncer e ainda no tratamento de diabetes.

E mais, de acordo com o especialista, estudos feitos pela Universidade do Sul da Califórnia constataram que o jejum, além de proteger nosso sistema imune, ainda é capaz de regenerá-lo.

No período que passamos sem nos alimentar, nosso corpo começa a poupar energia e assim, ele acaba “matando” algumas células imunes velhas que não estão mais trabalhando corretamente. Depois de tirar todas do nosso organismo, quando a gente se alimenta novamente, cria-se novas células imunes, novinhas em folha.

Ou seja, o jejum acaba fazendo uma “faxina celular” no organismo, jogando as velhas fora e criando, a partir das células tronco, novas células, prontinhas para turbinar o funcionamento do nosso corpo, capazes até de reparar nosso DNA.

De acordo com o neurocientista, todas essas alterações no nosso organismo e cérebro são capazes de prolongar nossa vida e ainda retardar ou evitar o aparecimento de doenças degenerativas, como o Alzheimeir e o Parkinson, por exemplo.

“Desafios para o cérebro, seja por jejum intermitente ou exercício vigoroso… é um desafio cognitivo. Quando isso acontece circuitos neurais são ativados, níveis de fatores neurotróficos aumentam, e isso promove o crescimento de neurônios e a formação e fortalecimento das sinapses. Nós não poderíamos prever que o jejum prolongado poderia ter um efeito tão impressionante na promoção de regeneração baseada em célula tronco” – revelou Mark Mattson.

Se são tantos benefícios, por que parece tão errado ficar sem comer?

Antes de tudo, é preciso deixar bem claro que a prática dessa dieta e todos os benefícios que ela pode trazer a nossa saúde só são reais quando tudo é feito com acompanhamento profissional. Parar de comer sem a orientação de um nutricionista pode levar a uma defasagem de vitaminas e o que era para te fazer bem, pode tomar proporções terríveis para sua saúde.

Existem várias formas de seguir essa restrição alimentar, como o modelo “5 por 2”, que consiste em fazer o jejum por algumas horas durante dois dias da semana e nos outros cinco dias, comer normalmente. E de fato, não é necessário passar 24 horas completamente em jejum.

Conforme explicamos neste texto, especialistas sugerem reservar algumas horas do dia, preferencialmente a noite, por exemplo, não se alimentar das 7 da noite até as 7 da manhã.

Pode parecer bastante difícil, mas, conforme o neurocientista explicou em sua palestra, esse é um novo “hábito” que deve ser inserido na sua rotina aos poucos. Com o tempo fica fácil nos adaptarmos ao jejum.

Mas então, por qual motivo essa história de comer de 3 em 3 horas é tão difundida?

O neurocientista tem a resposta na ponta da língua: é bom para os negócios!

De acordo com Mattson, tanto a indústria farmacêutica quanto a alimentícia não pouparam esforços para difundir essa informação. Conforme aponta o especialista, se todos soubessem dos reais benefícios de passar algumas horas sem se alimentar, toda a grana que gira em torno da nossa alimentação sofreria grandes alterações. Ou seja, poderosos perderiam dinheiro. Muito dinheiro.

Imagine se as pessoas que sofrem com essas doenças citadas, como as cardiovasculares, diabetes ou doenças degenerativas, tomassem conhecimento de que uma mudança na rotina de alimentação pode tratar todos os males. Certamente elas iriam menos à farmácia, logo a indústria farmacêutica perderia dinheiro.

Sem contar que esse esquema “Tele-Sena” (comer de 3 em 3 horas), faz com que o consumo de comidinhas rápidas (barrinhas, lanchinhos e afins) aumente significativamente. Sem esse sistema, a indústria alimentícia perderia uma boa parcela do mercado.

Diversos especialistas questionam a validade das pesquisas científicas financiadas justamente por essas indústrias. Inclusive em sua palestra (veja o vídeo ao final desse artigo) Mark Mattson diz que os resultados sobre os benefícios da alimentação de 3 em 3 horas estão nessa lista de estudos duvidosos. O documentário “What The Health“, disponível na Netflix, detalha como esse financiamento funciona – vale assistir!

Além deste estudo, publicado no site científico NBCI, ter revelado que realmente comer a cada três horas não favorece nosso metabolismo e pode até favorecer o aumento do peso, Yoshinori Ohsumi, biologista celular e Nobel de Medicina em 2016, também constatou que o jejum é um arma poderosa à favor da saúde.
  
Neste estudo, feito por Ohsumi, foi comprovado a renovação celular e os benefícios diversos da dieta restritiva, já citados por Mattson em sua palestra ao TEDx.

Chamando essa reação de “Autofagia”, o estudo feito pelo ganhador do Nobel de Medicina criou grande polêmica ao comprovar que ficar um tempo sem comer elimina as células ruins do organismo e posteriormente cria células novas, mais eficazes para o bom funcionamento do nosso corpo, além de ser eficaz no combate dos malefícios do envelhecimento e na cura de doenças degenerativas.

Ou seja, não faltam estudos e especialistas renomados apoiando o jejum como uma poderosa ferramenta para nossa saúde. Se ficou com vontade de começar esse novo “desafio”, é preciso ser responsável. Em hipótese alguma pare de comer sem a supervisão de um nutricionista.

Veja abaixo a palestra completa de Mark Mattson (em inglês, mas dá pra ativar a legenda em português):


Fonte: 

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Se o amante se lança na chama da vela e não se queima,
ou a vela não é vela ou o homem não é Homem,
Assim o homem que não é enamorado de Deus
e que não faz esforços para o alcançar não é Homem.
Deus é aquele que queima o homem e o aniquila
e nenhuma razão o pode compreender.

Mawlana Rumi - ' Fihi ma fihi'

Por Amor

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... És precioso aos meus olhos. Troco reinos inteiros por ti...

"Nem Cristão, Judeu, ou Muçulmano,

nem Hindu, nem Budista, Sufi ou Zen.

Nem uma Religião ou Sistema cultural.

Eu não sou do Oriente nem do Ocidente,

nem dos oceanos nem da terra,

nem material ou etéreo,

nem composto de elementos.

Eu não existo..."


Mawlana Jalaluddin Rumi